sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Um passo

 Um passo na direção correta foi dado mais uma vez. Sinto que estou a conseguir trilhar o caminho até meu objetivo, atingir meu "ápice". Sim, "ápice", de topo mesmo. Percebe? No que tange a minha idade atual, vejo a vida de maneira objetiva, um conjunto de engrenagens, engrenagens estas que estão sujeitas a desgaste e vão perdendo o compasso com o passar do tempo. Essa é a analogia do ápice da vida. Vamos desenvolvendo energia e criando independência, até que chegamos no auge, no topo, depois estaremos limitados a nossos próprios corpos, que de "destruidores de gaiolas" passam a ser a nossa maior.
 O passo correspondeu a meu primeiro encontro com o Ilustre professor e amigo Antônio Carmo, pessoa que se dedica ao mundo da música por inteiro, que está sempre em busca de aperfeiçoar suas técnicas e de aprender coisas novas. Em seus 54 anos tem energia para dar e vender, pratica atividades físicas que um monte de "Vintões" e Trintões" não conseguem acompanhar, a exemplo do MMA. Não é só seu interesse pela música e pelas lutas que o torna cativante e sim o grande sujeito que ele consegue ser. Posso dizer que sou da segunda linhagem de alunos de Antônio já que ele ensinou a meu pai, e foi meu pai que o encontrou na rua para nos apresentar, vi aquela figura ao longe e percebi que já tinha treinado com ele alguns tempos atrás. Hahahaha Como esse mundo adora pregar peças. Ótimas peças, por sinal. Termino este parágrafo o pedindo Antônio em casamento! Ele não aceitou e tomei um chute. Hahahaha
 Com toda a disposição e inspiração de Antônio, começo a questionar minha teoria do "ápice" enquanto luto para que em meus 18 anos já atinga algumas metas pré-estabelecidas. Este foi meu grande passo, desejo que todos deem os seus próprios.


~Um Monge Andarilho (e possível Xerife Girafa)

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